SINOPSE

Um misterioso fio azul se espalha pela cidade, ligando tudo, todos e provocando insólitas situações para os habitantes do local. Que fio é esse? De onde vem? Para onde vai? Como é que eu vim parar aqui? São perguntas que fazemos quando somos sugados para dentro de um desvio imaginativo. PLUGUE é uma história que começa, assim, esquisita e acaba não terminando, quase como se se perdesse no caminho. Caminho entre lá e cá, entre pequeno, grande e de volta. Uma história que quando chega ao fim, desaparece como uma mensagem naqueles filmes de agente secreto, e quem lembrou, lembrou, e quem esqueceu… não tem problema, a gente inventa outra, porque é uma história que se faz junto e que certamente tem pé e tem cabeça. E tem joelho, braço e coração.
Ah, e polvo! Só não me pergunte como…

Direção: Jezebel De Carli; Assistência de Direção: Arlete Cunha; Dramaturgia: Francisco Gick; Elenco: Guega Peixoto, Gustavo Dienstmann, Rodrigo Waschburger e Tom Peres; Iluminação: Lucca Simas e Bruna Immich; Cenografia e Figurino: Margarida Rache; Criação Audiovisual: Rodolfo Ruscheinsky e Mauricio Casiraghi; Trilha sonora original e preparação musical: Beto Chedid; Programação Visual: Sandro Ka; Orientação Pedagógica: Paulo Fochi; Assessoria de Imprensa: Liana Strapazzon; Redes Sociais: Emily Blanco via pH ácido; Fotografia de Cena: Adriana Marchiori; Fotografia de Divulgação: Francisco Gick; Produção executiva: Joice Rossato; Produção: Aresta Cultural e Coletivo Errática; Realização: Coletivo Errática.

Contam que certa vez perguntaram a Stanislavski como deveria ser o teatro para crianças, ele teria respondido “igual, só que melhor do que o teatro adulto!”. Tem quem diga que foi Pirandelo quem disse a tal frase, no fundo não importa tanto. O importante mesmo é afirmar o desejo do Coletivo de experimentar fazer teatro para/com crianças. PLUGUE: um desvio imaginativo evoca a experiência de um lugar onde imaginação e realidade se misturam. O público é chamado a compartilhar o espaço com os atores, dentro do cenário que lembra uma grande tenda de lençóis – como aquelas da nossa infância -, embaixo da qual cria-se um mundo inteiro, um mundo de possibilidades infinitas. Um espaço para a imaginação. O espetáculo, financiado pelo FUMPROARTE – Porto Alegre Amanhã, é o primeiro projeto de teatro para crianças do Coletivo Errática, premiado em 2016 com Ramal 340: sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora (Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Melhor Figurino e Melhor Cenário), marcando o retorno da diretora Jezebel De Carli ao universo do teatro para crianças. PLUGUE tem dramaturgia de Francisco Gick – autor de Ramal 340 – e aborda uma tema de grande importância no mundo contemporâneo, o acolhimento da diversidade. Em tempos de profusão de discursos de ódio nas ruas e nas redes sociais, tempos de crescente intolerância, a defesa da aceitação do outro é cada vez mais necessária, e talvez mesmo emergencial. Assim, PLUGUE convida o público a compartilhar um mundo onde a imaginação torna tudo possível, um espaço de liberdade e invenção.

Financiamento

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